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Nossa oportunidade de vida na terra é muito curta para que desperdicemos com falsas verdades, procrastinações e medos. É difícil saber quais momentos são certos ou errados para se tomar decisões e ter verdadeiras atitudes. Vivemos uma intensa briga entre o nosso egoísmo e o comodismo, pois passamos a vida inteira adiando decisões, conversas, verdades e atitudes.  Estar protegido na comodidade da nossa zona de conforto só nos isola ainda mais do mundo que é feito para aprendermos. Evitar desafios da vida pode custar caro e nos fazer desperdiçar grandes oportunidades de crescimento.

Jogue sempre com a verdade, pois é melhor ter certeza do que imaginar, não deixe de ser realista para não calcular errado todos os seus passos. Temos muitas oportunidades, mas não desperdice nenhuma delas, pois cada uma é importante para o seu crescimento. Nunca ache que se fechar no seu mundo vai fazer desaparecer todos os problemas, eles apenas vão esperar por você do lado de fora. Tenha sempre atitudes, haja e enfrente, pois são essas atitudes que farão a diferença entre um homem e um menino.  Nunca deixe um problema para depois, pois ele só vai aumentar de tamanho. Nunca ache que você é novo de mais para crescer, a vida é uma evolução constante, sempre tenha na sua mente a necessidade de evoluir para o bem e não para o mau, já dizia Bob Marley: Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais.
O mundo te empurra para o mau, fazer o bem é que te faz diferente.  Acordar é bem melhor do que dormir.


Não sei o que está acontecendo com as pessoas, mas o desprendimento e a individualidade está cada vez mais na moda e é cada vez mais exaltado esse  “lifestyle” de relações modernas e individualistas. Infelizmente nosso mundo caminha para a banalização do relacionamento, da fidelidade e do compromisso entre as pessoas.
Um pensador que eu admiro muito é Arnaldo Jabor,  achei esse texto com uma amiga, é um pouco grande mas vale apena ler, ele  fala de forma bem direta e realista da geração tribalista como o autor diz.

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: “eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”.
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração “tribalista” se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas que quer que alguém seja seu.
Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim.
Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde “toda ação tem uma reação”. Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida.
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo – beijar de língua, namorar e não ser de ninguém.
Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, “os tribalistas” não namoram. Ficar,também é coisa do passado.
A palavra de ordem hoje é “namorix”. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo.
Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.
Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando.
Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais.
Assim como só deseja “a cereja do bolo tribal”, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas.
Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças.
É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Já dizia o poeta que “amar se aprende amando” e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão.
O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.
Talvez seja por isso que pronunciar a palavra “namoro” traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram.
Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a “comer sal junto até morrer”.
Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam.
A questão não é causal, mas quem sabe correlacional. Podemos aprender amar se relacionando.
Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.
É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento… É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade.
É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer.
É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também…
É não ser livre para trocar e crescer… É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.”

Arnaldo Jabor



A doença do homem é o negativismo, é muito fácil ouvir um amigo dizendo: a vida é difícil, ou a vida é injusta, até mesmo a descrença nas pessoas, como: hoje não se pode mais confiar em ninguém.
Mas você já viu alguém bem sucedido negativo com a sua própria vida? Que tipo de pessoa não acredita no amor? Que tipo de pessoa é sozinha?

Já dizia o grande governador da terra: Sua fé te curou. Ele sabe muito bem o poder do pensamento, e sempre que pôde mostrou isso para todos. Pensamento positivo é igual a energia positiva, que resulta em grandes feitos. O medo e o negativismo atraem energias negativas, consequentemente ações negativas.

Quem adquiriu riquezas, acredita no seu potencial.
Quem tem amor, acredita no amor.
Quem tem saúde, acredita na saúde.
Quem tem amigos, acredita nas pessoas.
Quem tem paz, acredita em Deus.

Porque ao invés de reclamar da vida e destacar os pontos negativos, não passamos a olhar nela o que acontece de bom, e valorizar isso? Porque ao invés de exigir da vida, não passamos a agradecer por ela?
Obrigado por estar vivo, por todas as maravilhas da terra, por ver, por ter uma família, por ter um desafio que me fará amadurecer.

Na vida, é sendo grato e positivo que multiplicamos toda a nossa riqueza, seja ela material ou espiritual.



O mundo da muitas voltas e muito rápido. O que você planta hoje se colhe amanhã. O que você faz ao seu próximo volta em dobro. Se você planta indiferença não tem como colher outra coisa se não a indiferença, mas se planta amor boa safra terá, pois colherá ricos campos do melhor fruto da vida.
Um olhar de desprezo, um carinho negado, uma indiferença plantada causa grandes colheitas de desejos maldosos de insucesso para quem plantou tanta discórdia. O homem que não tem em seu íntimo o cuidado pelo próximo poderá atrair para si uma grande quantidade de energia negativa e maus desejos. Tem momentos na vida que nos damos conta que tudo não está muito bem e nada dá certo, achamos que nada tem mais a vitalidade de antes, e passamos a não ter mais atração por nada.

Já parou pra pensar que pode ser o fruto de tudo que você está plantando? Já pensou que talvez você esteja plantando capim e esperando flores?

Às vezes não nos damos conta do que estamos fazendo, e sem querer estamos plantando o nosso próprio mal, enquanto estamos querendo colher, com nosso egoísmo, um bem que ainda não plantamos.



Já se olhou no espelho hoje?
Não falo do espelho do banheiro e sim do espelho da moral.
Antes de acusar e apontar erros, quantas vezes você já se perguntou, e se fosse comigo?
Eu tenho um pensamento que sempre volta a minha mente, que é o seguinte:

Quanto mais eu observo as pessoas, mas eu vejo como não devo me comportar.

A maioria das vezes é muito fácil apontar os erros dos outros, mas você já parou para pensar se na mesma situação você não faria o mesmo? Ou então, será que você não já cometeu o mesmo erro?

Já dizia o grande governador da terra: Quem não tem pecados, que atire a primeira pedra. Antes de julgar, experimente olhar através do espelho da moral, veja se você tem moral suficiente para apontar qualquer erro de alguém. Não julgue para não ser julgado, não que você seja conivente com erros, devemos sim aconselhar para o bem, mas condenar nunca. Será  temos isenção suficiente para isso?
Quem erra precisa de ajuda para se levantar e seguir em frente, assumindo seus erros e evoluindo para vida.

Você pode se indignar observando o comportamento de algumas pessoas, mas você já se pôs à prova no espelho da moral?


Quem te falou que a sua ideia é a correta?

Muitas vezes somos levados a acreditar em ideias pré-definidas por alguém, conceitos que a grande maioria aceita e defende. Mas você já se perguntou se isso é o certo?

Às vezes pecamos por achar que o melhor para o outro é o que achamos que é para nós, já percebeu isso?
Até entendo esse tipo de comportamento. O fato é que quando temos acesso a uma coisa boa sentimos a necessidade de compartilhar. Isso funciona com músicas, livros, notícias, e outras coisas possíveis de serem compartilhadas. Do mesmo jeito funciona com um pensamento, veja um exemplo:

Se alguém tem um pensamento e acha que ele é o correto, a maioria das pessoas tende a querer que os outros mais próximos compartilhem desse mesmo pensamento, tendendo a certa imposição. Que o diga as várias brigas de torcidas rivais, evangélicos e católicos, judeus e cristãos, heterossexuais e homossexuais, e assim por diante. Poderia passar o dia inteiro aqui citando casos e casos do quanto que impomos nossos pensamentos aos outros.

Sempre tive comigo uma certa norma de conduta, acho que desde que me entendo por gente. É que conselho se dá, mas não se repete. Explicando: oriente quem precisa dando a sua opinião, mas não imponha nada, o repeito ao pensamento do outro é essencial para a convivência pacífica. Se quem você ajuda não lhe escuta, deixe que a vida e os erros o ensinem, pois em alguns casos as marcas eternas dos tropeços da vida não lhe deixarão esquecer-se da lição.

Toda pessoa tem a liberdade de pensar o que quiser, mas também deve ter a consciência de assumir as consequências dos seus pensamentos, de forma responsável. Pois tudo o que você pensa, exerce uma influência muito grande na sua vida. Como já diz O Segredo: o universo conspira de acordo com os seus pensamentos. Pode ser a  favor ou contra, basta você querer.


Viver é bem difícil, mas Deus nunca te disse que seria fácil. Estamos aqui pra isso, nosso crescimento depende exclusivamente de nós e das nossas experiências.  O militar que não é enviado à frente de batalha não fica satisfeito, porque o repouso no acampamento não lhe proporciona nenhuma promoção.

É preciso lutar para que possamos transformar nossas vidas, não é se conformando que se cresce.

Essa luta não é com as armas, mas as amarguras da vida, onde muitas vezes necessitamos de mais coragem que um combate sangrento, pois se pode enfrentar firme um soldado na guerra e vencer, mas se não tiver cuidado pode ser derrotado pelo sofrimento moral.

A estrada é longa e tortuosa, tenha paciência, não ter coragem de decidir o seu destino é deixar com que a vida o faça. Mas um barco a deriva termina sempre perdido em alto mar. Não queira fazer da sua vida um destino incerto, haja, tome decisões, questione, seja você mesmo antes que os outros façam de você o que eles querem.


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Por mais que a gente se recuse a acreditar, o tempo voa. E com ele mais do que a sua imagem o risco é deixar de lado as nossas ideias, os nossos sonhos, nossa essência, esquecer quem nós somos. E você nem percebe, você já pensou nisso? O problema é que a vida passa diante dos nossos olhos e a gente nem percebe, e depois tarde de mais vai querer saber o que fez de bom sem ter tempo de recuperar.

Enquanto dá tempo, faça sua vida valer apena, antes que seja tarde.


Pare um pouco pra pensar, quantas vezes você ligou para alguma pessoa que gosta, ou então me diga quantas vezes você fez uma visita ao seu melhor amigo nos últimos 5 dias? Se a resposta foi nenhuma isso não me surpreende. Pois muita coisa na vida da gente tende a se virtualizar, as idas ao banco, as compras, as visitas à biblioteca, tudo isso faz parte da nossa vida moderna.
Só que eu venho observando algumas coisas que me incomodam um pouco. Vou lhe contar um episódio que aconteceu comigo. A pouco foi o meu aniversário, recebi muita energia positiva que a muito tempo eu não recebia, isso renova qualquer pessoa, e eu estou muito bem com isso. Recebi muitas mensagens, cada uma mais bonita que a outra. Mas ai vem a seguinte questão: Quantas dessas mensagens foram ligações ou ditas pessoalmente?

Menos de 5% dessas, foram calorosamente ditas por telefone ou presencialmente.  Não estou questionando o carinho que recebi de todos, pois sei que foi de coração e da maioria foi verdadeiro.  Apenas me chamou a atenção o quanto que estamos ficando distantes das pessoas que gostamos. Hoje nosso carinho se resume a 140 caracteres, aceitamos como suficiente algumas palavras escritas. Estamos virtualizando o amor.

A tecnologia aproxima quem está longe, mas afasta quem está perto.

Nada substitui o calor de uma entonação de voz ao telefone, ou uma discreta rouquidão provocada por uma lágrima de felicidade em estar falando com quem tanto gosta.
E o abraço? Ahh o abraço, não tem coisa mais confortante do que esse simples gesto entre duas pessoas. É tão bom que até distribuem gratuitamente só para se sentir mais e mais vezes essa sensação tão única.

Estamos tão acostumados com a frieza da tecnologia que achamos até estranho certas atitudes como essa. O mundo está sendo construído entre o concreto das nossas casas e os frios bits das nossas redes sociais. Onde nos escondemos atrás de caracteres capazes de unir o mundo que está longe, e separar pessoas que estão tão perto.



Um sofrimento é sempre uma advertência, e é pior para quem não sabe compreendê-la. Quando a natureza puxa a corda, é porque estamos indo na direção errada. Quando ela nos castiga, é que o perigo está perto.
Quem não vê o sofrimento com olhos sábios não consegue entender a direção que a vida nos conduz.
Ai, então, de quem não reflete!


Podem falar o que quiser, mas só você pode fazer o seu destino, só você pode decidir o seu futuro. A vida lhe dará muitas opções, você só tem que escolher o seu caminho, isso definirá quem você é.
Escolha quem você quer ser, escolha o destino da sua vida…
E não tenha medo de expressar suas ideias, nem seus sentimentos, seja verdadeiro sempre, as pessoas não tem obrigação de saber o que passa na sua cabeça se você não colocar para fora.
Não seja mais uma daquelas pessoas que fazem de tudo pra ser igual umas as outras. Você não precisa ser igual para ser aceito, influencie, destaque-se, impressione, os grandes mestres são o que são por serem diferentes.
Seja você mesmo, você tem um ano novo em folha para colocar isso em prática.



Ótima dica de leitura pra quem se interessa em conhecer mais sobre o espiritismo e suas verdades. Esse ai veio de presente pelo meu amigo Guga. Vale apena dar uma lida, mesmo quem já viu o filme.



Muita gente tende a depositar a sua felicidade em bens materiais, em posição social ou em uma pessoa, achando que isso pode mudar a sua vida. Isso é uma maneira muito equivocada de se pensar. Eu até entendo alguns comportamentos, devido ao fato do ser humano se adaptar muito fácil ao meio em que vive, quando temos certa condição material, social ou até mesmo um relacionamento, nos acostumamos a isso e nos adaptamos.

É certo pensar que a felicidade está dentro de cada um de nós, e que à medida que melhoramos a nossa condição financeira, social ou emocional não devemos transferir nossa felicidade para qualquer uma dessas condições, e sim, adicionar mais felicidade a que já existia. Daí o fato de algumas pessoas terem certo abalo emocional devido à perda de qualquer uma dessas condições, pois o fato de perder se caracteriza a diminuição da felicidade existente.

Infelizmente a nossa tendência é de nos fixamos neste problema pontual, e praticamente esquecemos que a maior parte da felicidade está no mesmo lugar e do mesmo jeito que era antes. Causando assim um intenso descontrole emocional.

Precisamos entender que a felicidade é um estado do espírito e não uma condição obtida por artifícios externos. Esse tipo de felicidade é momentânea e de pouca duração, enquanto a real felicidade, aquela que vem do seu interior/espírito, essa sim é a verdadeira felicidade que independe de qualquer condição. Só podemos encontrar a verdadeira felicidade através da elevação dos nossos pensamentos, Deus sabia tanto do poder do nosso pensamento que nós alertou nas suas pregações.