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Amor mais ou menos

Publicado: abril 12, 2012 em Uma idéia
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A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos…

TUDO BEM!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum…
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier



Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas às vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida.

Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Algumas pessoas perseguem a felicidade a todo custo, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, o que os outros pensam, não é problema seu… é problema dos outros.



Já ouvi muitas vezes os amigos falando, “quando estamos namorando, aparecem várias. Mas quando estamos solteiros, nem se quer olham”.
Algumas pessoas podem até falar, que por ser proibido, a vontade de conquistar quem já está com alguém é mais saboroso. Eu prefiro acreditar em outra ideia, que quando estamos com alguém, que estamos felizes, nossa vibração é mais positiva do que se estivermos só e tristes por isso.

Na verdade a nossa vibração positiva é o que atrai as pessoas quando estamos em um relacionamento bem sucedido, do mesmo jeito quando estamos fora dele, e que isso nos deixa triste, nossa vibração positiva fica comprometida em relação a se estivéssemos bem. Com isso, deixamos de atrair a atenção das pessoas através do nosso magnetismo.
Temos energia fluindo em nosso corpo, e se conseguirmos vibrar positivamente, estando feliz por você e não depender de alguém para isso, o magnetismo terá a força que você sempre teve só que não se dava conta.

Indefinido

Publicado: novembro 17, 2011 em Uma idéia
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Uma das melhores definições de amor que eu conheci.

Que Não Deveria Se Chamar Amor
Paulinho Moska

O amor que eu te tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar amor
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar amor
Poderia se chamar nuvem
Pois muda de formato a cada instante
Poderia se chamar tempo
Porque parece um filme que nunca assisti antes
Poderia se chamar labirinto
Pois sinto que não conseguirei escapulir
Poderia se chamar aurora
Pois vejo um novo dia que está por vir
Poderia se chamar abismo
Pois é certo que ele não tem fim
Poderia se chamar horizonte
Que parece linha reta, mas sei que não é assim
Poderia se chamar primeiro beijo
Porque não lembro mais do meu passado
Poderia se chamar último adeus
Que meu antigo futuro foi abandonado
Poderia se chamar universo
Porque nunca o entenderei por inteiro
Poderia se chamar palavra louca
Que na verdade quer dizer aventureiro
Poderia se chamar silêncio
Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo
E poderia simplesmente não se chamar
Para não significar nada e dar sentido a tudo

11-11-11

Publicado: novembro 4, 2011 em Uma idéia
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Existem muitas profecias sobre esse dia, alguns falam em manifestação do mau, outros falam que é o início de uma nova era com a abertura de um portal de energia onde se dá inicio ao fim dos tempos.
Eu prefiro acreditar em uma data de união dos povos em uma energia positiva de pensamentos, onde se dá inicio a uma nova consciência mundial, em que fazer o bem é mais importante do que qualquer outra manifestação do mau.
Existe uma corrente internacional que sugere que no dia 11-11-11 possamos parar um minuto e  rezar para um mundo melhor, paz e harmonia entre os povos.  Seria muito importante se cada um de nós ao invés de ser contaminado por energias negativas de medo e apreensão por um possível fim do mundo, pudéssemos nos unir em uma rede de energia positiva mundial, agradecendo e pedindo proteção.
Pense nisso e prepare-se para um dia de orações e felicidade.


Não sei o que está acontecendo com as pessoas, mas o desprendimento e a individualidade está cada vez mais na moda e é cada vez mais exaltado esse  “lifestyle” de relações modernas e individualistas. Infelizmente nosso mundo caminha para a banalização do relacionamento, da fidelidade e do compromisso entre as pessoas.
Um pensador que eu admiro muito é Arnaldo Jabor,  achei esse texto com uma amiga, é um pouco grande mas vale apena ler, ele  fala de forma bem direta e realista da geração tribalista como o autor diz.

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: “eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”.
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração “tribalista” se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas que quer que alguém seja seu.
Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim.
Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde “toda ação tem uma reação”. Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida.
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo – beijar de língua, namorar e não ser de ninguém.
Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, “os tribalistas” não namoram. Ficar,também é coisa do passado.
A palavra de ordem hoje é “namorix”. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo.
Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.
Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando.
Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais.
Assim como só deseja “a cereja do bolo tribal”, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas.
Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças.
É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Já dizia o poeta que “amar se aprende amando” e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão.
O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.
Talvez seja por isso que pronunciar a palavra “namoro” traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram.
Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a “comer sal junto até morrer”.
Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam.
A questão não é causal, mas quem sabe correlacional. Podemos aprender amar se relacionando.
Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.
É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento… É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade.
É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer.
É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também…
É não ser livre para trocar e crescer… É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.”

Arnaldo Jabor

Universo é fascinante

Publicado: agosto 22, 2011 em Uma idéia
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O universo é fascinante, e tão grandioso quanto quem o criou. Isaac Newton defini muito bem isso quando diz: A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta.
Tirei um dia para conversar um pouco com a lua, ficamos só eu e ela e consegui fazer essa foto. Não consegui mostrar ela toda em sua beleza natural, pois ela estava um pouco tímida e só me revelou uma parte de sua face.



O mundo da muitas voltas e muito rápido. O que você planta hoje se colhe amanhã. O que você faz ao seu próximo volta em dobro. Se você planta indiferença não tem como colher outra coisa se não a indiferença, mas se planta amor boa safra terá, pois colherá ricos campos do melhor fruto da vida.
Um olhar de desprezo, um carinho negado, uma indiferença plantada causa grandes colheitas de desejos maldosos de insucesso para quem plantou tanta discórdia. O homem que não tem em seu íntimo o cuidado pelo próximo poderá atrair para si uma grande quantidade de energia negativa e maus desejos. Tem momentos na vida que nos damos conta que tudo não está muito bem e nada dá certo, achamos que nada tem mais a vitalidade de antes, e passamos a não ter mais atração por nada.

Já parou pra pensar que pode ser o fruto de tudo que você está plantando? Já pensou que talvez você esteja plantando capim e esperando flores?

Às vezes não nos damos conta do que estamos fazendo, e sem querer estamos plantando o nosso próprio mal, enquanto estamos querendo colher, com nosso egoísmo, um bem que ainda não plantamos.


Quem te falou que a sua ideia é a correta?

Muitas vezes somos levados a acreditar em ideias pré-definidas por alguém, conceitos que a grande maioria aceita e defende. Mas você já se perguntou se isso é o certo?

Às vezes pecamos por achar que o melhor para o outro é o que achamos que é para nós, já percebeu isso?
Até entendo esse tipo de comportamento. O fato é que quando temos acesso a uma coisa boa sentimos a necessidade de compartilhar. Isso funciona com músicas, livros, notícias, e outras coisas possíveis de serem compartilhadas. Do mesmo jeito funciona com um pensamento, veja um exemplo:

Se alguém tem um pensamento e acha que ele é o correto, a maioria das pessoas tende a querer que os outros mais próximos compartilhem desse mesmo pensamento, tendendo a certa imposição. Que o diga as várias brigas de torcidas rivais, evangélicos e católicos, judeus e cristãos, heterossexuais e homossexuais, e assim por diante. Poderia passar o dia inteiro aqui citando casos e casos do quanto que impomos nossos pensamentos aos outros.

Sempre tive comigo uma certa norma de conduta, acho que desde que me entendo por gente. É que conselho se dá, mas não se repete. Explicando: oriente quem precisa dando a sua opinião, mas não imponha nada, o repeito ao pensamento do outro é essencial para a convivência pacífica. Se quem você ajuda não lhe escuta, deixe que a vida e os erros o ensinem, pois em alguns casos as marcas eternas dos tropeços da vida não lhe deixarão esquecer-se da lição.

Toda pessoa tem a liberdade de pensar o que quiser, mas também deve ter a consciência de assumir as consequências dos seus pensamentos, de forma responsável. Pois tudo o que você pensa, exerce uma influência muito grande na sua vida. Como já diz O Segredo: o universo conspira de acordo com os seus pensamentos. Pode ser a  favor ou contra, basta você querer.


Lembra quando mais novo a sua mãe dizia, meu filho não brinque com fogo? Essa é a frase mais certa que existe. A gente se preocupa de mais com tudo, se fulana(o) está bem, se vai fazer alguma coisa, se está errado ou certo. Já parou pra pensar o quanto, sem querer ou até querendo, interferimos na vida dos outros? Algumas vezes até disfarçadamente como uma preocupação ou cuidado.

Achar que todo mundo é igual é o primeiro passo para ser uma pessoa inconveniente, o que é certo para você não necessariamente é certo para o outro. Por trás de cada rosto sorridente existe um ser humano inconstante, imprevisível e de convicções totalmente diferentes das suas. Pode ser que enquanto sorrir e aceita o que fala, por dentro um sentimento de repulsa está transformando aquele seu conselho repetitivo em uma bomba prestes a explodir.

Nunca brinque com fogo, pois você acabará se queimando. As pessoas são imprevisíveis e não dá para saber o modo certo de agir com cada uma delas.  Às vezes precisamos de uma queda para poder aprender, é um processo natural da vida, uma interferência nisso pode mudar muita coisa lá na frente.  Siga suas próprias e ideias, e se precisar de ajuda peça.
Conselho se dá, e apena uma vez.



Um sofrimento é sempre uma advertência, e é pior para quem não sabe compreendê-la. Quando a natureza puxa a corda, é porque estamos indo na direção errada. Quando ela nos castiga, é que o perigo está perto.
Quem não vê o sofrimento com olhos sábios não consegue entender a direção que a vida nos conduz.
Ai, então, de quem não reflete!

Aprenda com a natureza

Publicado: março 18, 2011 em Uma idéia
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Quando o homem entender que não é preciso dominar a natureza e sim aprender com ela e conviver bem com ela, muitas catástrofes poderão ser evitadas. É comum acharmos que somos os senhores do mundo, mas somos um simples grão de areia no maio de uma imensidão, fazemos parte de um mundo diverso. Se os homens tiverem respeito pela natureza poderemos evitar muitos problemas.


Ah! O amor das antigas, amor que não se encontra tão fácil. Amor que já está em desuso, escasso, fora de moda, até encarado como sem graça por muitos, mas precioso para poucos. Apreciar a pessoa amada, cuidar, viver, compartilhar, aceitar, entender, ter saudade, ser único, ser só seu, e ter a certeza que é seu. Um amor que resiste ao tempo, e pra que se importar com o tempo, se esse amor é eterno ou o mais próximo do sempre.

Mas nem tudo é para sempre, claro, pois no mundo de hoje as relações são tão frágeis, para que se prender, se tem várias outras por ai? Principalmente quando uma relação é só baseada no sexo, onde se esquecem do companheirismo, da fidelidade, da vontade de conquistar juntos um objetivo.

Era uma vez a época que existia a palavra respeito. Respeito? O que é isso? Bem vindo ao amor moderno.